Acontecimentos.:dany:.Blog


O drama continua

Enviado em Uncategorized por danielleargolo no Setembro 18, 2007

POR DANIELLE ARGOLO

O projeto das barracas de praia trouxe a esperança de uma orla mais bonita para os soteropolitanos e turistas, mas a burocracia causou um impasse e hoje não só a situação como as notícias na mídia estão na geladeira.

Não se tem idéia de quando uma decisão definitiva virá, mas, por enquanto, o projeto audacioso ainda enche de orgulho e esperança.

Barracas mais amplas

O primeiro passo para a concretização dessas melhorias foi à realização de uma ampla discussão entre barraqueiros e técnicos da Sesp, verificando as necessidades e as condições de funcionamento dos equipamentos. Esses estudos deram origem ao projeto arquitetônico com três modelos de barracas: tipo-1, com 36m²; tipo-2 com 57m² e tipo-3 que tem uma área de 77m².

O material utilizado nas reformas seria originário de árvores de reflorestamento, basicamente pinho e eucalipto. A execução das obras seria monitorada por arquitetos da Sesp, sob a coordenação da arquiteta Irenice Almeida. Os patrocinadores teriam um contrato que dá direito à comercialização de seus produtos nas barracas por 36 meses.

A Sesp monitoraria o cumprimento do acordo entre as partes. Em alguns trechos da orla seriam permitidos os três modelos, mas a prioridade seria para o tipo-1 segundo divulgado no site da EMTURSA (empresa de turismo S/A.).

Cronologia do embargo
 
Em 19 de outubro de 2006, o MPF/BA (Ministério Público da Bahia) propôs uma ação civil pública, na 13ª Vara da Justiça Federal, pedindo a suspensão das obras de requalificação das barracas de toda a orla marítima de Salvador. Um dia depois, 20 de outubro de 2006, a Justiça concedeu a liminar requerida pelo MPF/BA e  determinou a paralisação das obras de construção e reforma das barracas de praia vinculadas ao Projeto Orla.
 

A liminar obtida pelo MPF/BA na Justiça foi mais abrangente que a obtida pela União em 1º de setembro do ano passado. Neste caso, a Justiça determinou apenas que fossem “suspensas, imediatamente, as obras de construção/reconstrução de barracas no trecho da praia da Terceira Ponte (terceira ponte – marco da praia de Jaguaribe)” segundo nota divulgada pela Asscom da Procuradoria.

Portanto, a ação da União não abrangeu toda a orla marítima de Salvador, mas apenas o trecho da Terceira Ponte. Em 18 de dezembro, o  juiz Carlos D`Ávila Teixeira declarou que o Ibama seria o órgão competente para licenciar e fiscalizar as obras de construção, reconstrução e reforma das barracas, conforme pedido do MPF/BA.

A decisão impediu que a prefeitura continuasse a realizar o licenciamento ambiental, como havia pretendido. Em 16 de abril, a Justiça federal determina que o município de Salvador suspenda o funcionamento e realize a demolição das barracas de praia do projeto de requalificação, erguidas nas areias das praias, coqueirais, encostas e calçadões da orla marítima de Salvador, no trecho entre Amaralina e parte da Praia de Ipitanga.

“Todos os Homens do Presidente”. Direção: Alan J. Pakula. EUA, 1976

Enviado em Uncategorized por danielleargolo no Setembro 3, 2007

O filme trata do escândalo de Watergate,ocorrido em Washington, em 1972, que veio a ganhar todas as páginas dos principais jornais do mundo. Tudo, porém começou com um patamar muito pequeno na história da política americana quando prenderam de cinco homens do Partido Democrata na sede do Edifício Watergate, tentando instalar aparelhos de escuta ilegal. Uma série de investigações causou escândalo e a renúncia do então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon. O caso foi desvendado devido à insistência de dois jornalistas do Washington Post, Bob Woodward e Carl Bernstein.
          A história é uma aula de jornalismo investigativo e serve como base para mostrar como os fatos vão muito além do que se é noticiado. Com uma visão um pouco mais crítica pode-se obter ótimas história e estas de tamanha importância que pode mudar o rumo dos fatos ocorridos no mundo. Não é por acaso que o jornalismo é colocado como o quarto poder.

          Em 2006 foi lançado uma edição em DVD, que só vem a ressaltar o quanto este longa-metragem, que conta como a imprensa provocou a queda de um presidente americano, continua atual.

Click aqui para ver o trailer 

Site relacionado - IMDB

“O POVO CONTRA LARRY FLYNT”. Direção: Milos Forman. EUA, 1996.

Enviado em Uncategorized por danielleargolo no Setembro 3, 2007

 A cinebiografia de Larry Flynt mostra o quanto os valores morais e éticos são concebidos de formas diferentes entre cada um. O tema é evidenciado no filme de forma implícita, visto que, Flynt, editor da revista pornográfica Hustler, escandalizou na década de 70 o moralismo da sociedade daquela época. A busca incessante pela liberdade de expressão levou Fliynt à diversas vezes ao tribunal, porém sendo absolvido através da corrupção.
 Mas a questão é até onde se pode ter liberdade de expressão sem ter que ferir a ética de uma sociedade e prejudicar alguém?
 O filme traz este tema de forma a mostrar que Flynt só queria se expressar, mas suas revistas além de conter conteúdos pornográficos não indicados para menores, eram vendidas em qualquer lugar sem nenhum pudor banalizando o respeito e enfrentando corajosamente os padrões éticos da sociedade além de manipular a imprensa para continuar vendendo.
    As atitudes de Flynt chocavam a população e afrontava a Justiça Americana, porém ele não se deixava abater e após ter sofrido o atentado, não tendo um respaldo do governo, tornou pessoal e suas atitudes tomaram medidas graves como levantamento de falso sobre a integridade de um pastor. Mais uma vez fica claro o quanto a falta de ética pode ocasionar atitudes infames.
 
 Este é um filme indicado para estudantes de comunicação e direito, pois, mostra tanto o lado da ética nas publicações como na justiça de um país e até que ponto o dinheiro pode ter o poder de persuadir todo um sistema social.
 Pode ser encontrado tanto em DVD como em VHS.  

veja outras opiniões aqui