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Comunicação Empresarial; Uma boa oportunidade

Enviado em Uncategorized por danielleargolo no Dezembro 7, 2007

A comunicação empresarial vem crescendo dentro do âmbito da área do jornalismo. O avanço da inserção de jornalistas na área de comunicação institucional é tão expressivo atualmente que se tornou o principal campo de atuação do profissional no Brasil. A partir do ano 1993, calcula-se que metade dos 25 mil jornalistas brasileiros, de acordo com o Sinjorba (Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia), está direta ou indiretamente relacionada com as assessorias, consultorias e planejamento de comunicação. E, ao contrário do que ocorria antes, quando atuavam em assessorias profissionais com experiência em redações, torna-se cada vez mais comum o jornalista sair da faculdade diretamente para uma assessoria de comunicação.

Em uma pesquisa realizada por Jorge Duarte junto aos cursos de comunicação do estado do Rio de janeiro, divulgada no site www.comunicacaoempresarial.com.br, mostrou que, cerca dos 11 mil alunos matriculados em cursos de Jornalismo, a área de comunicação empresarial e institucional é a segunda grande área de absorção dos profissionais.

Em 1969, foi decretada a regulamentação do profissional de jornalismo. Mas mesmo antes disso, muitos jornalistas experimentavam trocar a correria das redações para aproveitar a agilidade adquirida nas organizações. Os salários de assessores também eram convidativos para os jornalistas trocarem de emprego, uma vez que as assessorias ofereciam mais atrativos financeiros.

Para Andréa Dantas, que foi editora chefe do Jornal Folha do Vale, no município do Capão-Bahia, até 2005, e hoje exerce a função de superintendente de Comunicação Externa da franquia da  boate Lotus Club em Salvador-Bahia, a comunicação organizacional é um bom mercado para quem quer ingressar na carreira de jornalismo. “É uma área cada vez mais valorizada. Tanto financeiramente, quanto profissionalmente”, considera. 

Atuar em uma organização é extremamente desafiador, pois o profissional de comunicação de uma empresa tem responsabilidades específicas, como ajudar a formar a imagem e reputação da companhia. “Esse desafio, aliado à dinâmica corporativa, me fascina e me coloca como profissional de comunicação corporativa e não mais como um jornalista de redação”, conclui Andrea.   

Em uma pesquisa, a Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial – analisou o perfil da Comunicação Interna nas empresas e constatou que, mais de 80% das empresas, vem aumentando os investimentos em comunicação interna. Além disso, foi verificado que, dos profissionais encarregados da comunicação nas empresas, mais de 47% são jornalistas. Números importantes para os jovens jornalistas que ganham mais uma opção na área. 

Com o mercado cada vez mais restrito das redações, muitos jornalistas também passaram a optar pelas assessorias de imprensa devido às condições mais tranqüilas de trabalho, sem fechamentos, menor estresse, sem correrias, com horário fixo de trabalho. Outra vantagem é o salário, em geral, bem maior do que o oferecido nas redações.
 

O Brasil e a Ciência no ano de 2007

Enviado em Uncategorized por danielleargolo no Dezembro 3, 2007

Por Danielle Argolo 

 Neste ano, o meio ambiente é um dos principais temas em todas as categorias como ciências, economia, política e etc. O fato do prêmio Nobel da Paz, deste ano, ter sido dividido entre o Al Gore e o IPCC elevou as preocupações da Ciência com as mudanças climáticas do planeta. Mas, além deste assunto que gerou pauta constante na mídia, outros índices também são de interesse público como a pesquisa feita pelo IBGE que revela o crescimento de 0,4 anos da expectativa de vida do brasileiro divulgado na segunda feira (03/12/2007) pelo instituto. Assunto este discutido no dia 10 de novembro em que se comemora “Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento” que refletiu sobre o papel da ciência no desenvolvimento sustentável e na promoção da paz e do desenvolvimento, visando à melhoria das condições de vida das pessoas.

Em contraponto doenças antigas assombram o Brasil e continuam levando o país ao 15° lugar mais atingido pela tuberculose, entre outras doenças como hanseniase que, o coloca em segundo lugar no mundo em registros de casos, a malária e a cólera. A Organização Mundial da Saúde coloca o País entre os locais onde o problema da Tuberculose é ainda considerado preocupante 80 mil por ano. O caso mais grave é o da Índia, com 827 mil pessoas contaminadas, seguido pela China, com 593 mil casos confirmados da doença.

Com base neste dados institutos como Butatã, ligado ao governo paulista, e a Fiocruz desenvolvem vacinas e sua produção de 88 milhões de doses ao ano, contra a tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola), febre amarela, a meningite e a poliomielite que são extremante importante para o país. Porém o destaque deste ano foi com as vacinas contra dengue que esta em projeto de pesquisa com previsão para 2010. Até lá apenas medidas preventivas contra o mosquito são eficazes.

Veja Também a retrospectiva 2007 nas áreas da:

Economia

Política

Esportes